Minha História Com a Leitura

Olá meus amores e amoras, tudo bem com vocês?

Estava aqui sentada em minha mesa estudando e eis que uma amiga me manda uma mensagem perguntando quando eu comecei a ler e como eu consigo ler um número razoável de livros mesmo tendo pouco tempo. Foi aí que tive a ideia de fazer esse post contando como entrei nesse mundo fantástico.

Não sei se vocês sabem, mas sou mineira e nasci em uma cidade do norte de Minas chamada Rubim, quando eu estava com mais ou menos 6 anos fui morar em Belo Horizonte e minha mãe já quis me colocar na primeira série, foi aí que surgiu um problema. Segundo a Secretaria de Educação de Minas Gerais eu era considerada fora de faixa (havia nascido depois de abril) e por isso não poderia entrar na escola naquele ano. Então a única solução foi eu repetir o último ano da pré-escola novamente.

PS: minha mãe estava aqui dizendo que ficava com raiva de sair comigo pois eu lia até os anúncios nas ruas e fazia ela parar para eu terminar de ler.

Como eu já havia estudado essa série antes eu era muito adiantada, sabia ler com bastante facilidade. Depois de um tempo nessa escola surgiu um projeto de leitura para os alunos, e foi ai que ganhei o meu primeiro livro: O PATINHO FEIO, que aliás eu amo muito.

Resultado de imagemNão existe na literatura universal obra que tenha sido tão adaptada, reescrita e transcrita como os Contos de Andersen, publicados em novembro de 1843. Entre eles está O patinho feio, um dos contos mais conhecidos do mundo, que, de geração em geração, faz sempre o mesmo sucesso — talvez por pensarmos que dentro de cada um de nós há um patinho feio. Existem inúmeras edições ilustradas dessa história, que competem em inventividade para representá-la. Nesta que agora é publicada, além das lindas ilustrações, o leitor conhece, por meio de um apêndice explicativo, a história de Andersen, descobre como surgiu a idéia de escrever a desventura do cisne que nasce no meio de uma ninhada de patos e vê algumas das diversas representações do protagonista.

Quando enfim entrei na primeira série eu já estava muito a frente da maioria dos alunos da turma e passei a ler todos os meus livros didáticos, mesmo sem nem entender direito o que significava. Lembro que a minha professora percebeu meu interesse e me levou até a biblioteca, que só era permitido o empréstimo para alunos que estivessem na quarta série, só que a partir daí pude pegar livros para que eu pudesse ler em casa. Lembro o nome do primeiro livro que peguei la, se chama ,O SOFÁ ESTAMPADO.

‘O sofá estampado’ conta uma história aparentemente singela (a paixão de um tatu por uma gata angorá), abrindo em suas páginas um leque de personagens pitorescos, que pincelam com suas ações e diálogos um quadro divertido e emocionante de crítica social.

 

Lia tantos livros e cada dia me apaixonava mais, passava a tarde toda deitada no sofá lendo livros e mais livros que até me esquecia de comer haha.

Quando fui para a sexta série (sétimo ano) mudei de escola e foi uma decepção, a biblioteca era menor e eu não me interessava tanto com os livros de lá, mas com o temo fui me acostumando e voltei a pegar livros. Sim, eu era amiga das bibliotecárias hahaha.

Por volta dos meus 15 anos a escola começou a ficar mais puxado e comecei a trabalhar, eu não estava conseguindo conciliar tudo com facilidade e acabei deixando os livros de lado. Com o tempo consegui voltar e ler aos poucos mas nada comparado a como era antes.

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Em 2014, comecei a trabalhar na empresa que estou atualmente e lá vi a oportunidade de voltar a ler com mais afinco, em alguns dias o trabalho era tão tranquilo que era possível até ler bastante, foi aí que minha paixão voltou de vez. Passei a comprar os meus próprios livros, passei também a indicar livros e incentivar as pessoas a lerem também.

Conheço várias pessoas que voltaram a ter o hábito de leitura por insistência minha e outros que embarcaram nessa comigo e estão até hoje.

Quando se fala em livros meus olhos brilham, o meu coração dispara e minha língua não para, ela quer falar, ela quer compartilhar esse amor que não consegue ficar só no coração.

Falar de livros é falar de uma mistura de sentimentos, viagens, mundos, amores possíveis e impossíveis, e falar de uma das melhores coisas do mundo.

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Em 2015 vi a necessidade em compartilhar esse meu amor de um jeito diferente, sim, em minhas redes sociais. Comecei no meu Instagram e Facebook, depois resolvi me dedicar a um Instagram Literário e em um Blog.

É claro que produzir conteúdo não é fácil, requer algumas coisas, mas quando tudo é feito com amor vai mais além, fico feliz com cada curtida, cada comentário que recebo em minhas postagens e também sou grata a todas as pessoas que conheci graças aos livros.

Enfim, acho que vou parando por aqui senão empolgo mais e vocês vão desanimar para ler tudo isso. Um beijo no coração de vocês e até o próximo post.

Por Bia Sousa

 

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