Resenha “Duff”, Kody Keplinger

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Livro: Duff

Autor: Kody Keplinger

Editora: Globo Alt

Número de Páginas: 326

Sinopse: Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush — o cara bonito, rico e popular da escola — que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend , a menos atraente do seu grupo de amigas.
Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele.
Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

Minha Resenha

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Esse foi um dos poucos casos em que eu vi o filme antes de ler o livro, mas em minha defesa eu não sabia que o livro existia.
A diferença entre a obra e a adaptação é literalmente chocante. São dois extremos. As únicas semelhanças que percebi foram os nomes dos personagens, a profissão da mãe de Bianca e o conceito da sigla Duff (que ainda por cima é alterado). Vou explicar: Duff é uma sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, em tradução livre Amiga Designada Feia e Gorda. No filme, eles usaram Desengonçada, Útil, Feia e Fofa. Qual mostra mais o impacto que isso causou na protagonista?

Enfim, entre todas as coisas que foram alteradas, vou citar algumas: a estrutura familiar da família Piper, a personalidade de vários personagens e praticamente tudo que eles fizeram e a aparência de, tipo, todo mundo. A mudança que mais chamou a minha atenção foi Toby Tucker. Ele é meio que o “crush”, a quedinha, da protagonista, e no livro ela diz tudo que ele não é (e que ela praticamente odeia em um garoto), e é exatamente desse jeito que eles fizeram o Toby no filme. A relação dele com Bianca também foi outra bem diferente.
Apesar de tudo eu até entendo. O filme tem uma pegada bem mais “teen”.

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Maaas, vamos focar na obra. Bianca é aquela garota fora dos padrões, nada patricinha, não é magra, tem cachos, não sabe combinar bem as roupas e esse tipo de coisa. Em uma balada, o clássico rico-babaca-e-galinha-porém-lindo a apresenta à palavra Duff, o que desencadeia uma reação (obviamente) negativa na garota, que já o odiava e não tinha uma auto estima das melhores. Isso somado à problemas familiares faz os dois se envolverem em uma relação secreta mas sem deixar de ser estranha. Como um comentário da revista Romantic Times diz, a protagonista tem uma relação realmente honesta e clara com o sexo, o que me fez entender a maioria das mudanças na adaptação.
Minhas conclusões finais: gostei do livro, mas me decepcionei por ter visto primeiro o filme e ter levado aquele choque de realidade, já que tudo é mais romântico em filmes adolescentes. Ainda assim, ambos valem à pena.

Filme

Também ficou curioso para assistir ao filme? Confira o Trailer dessa adaptação.

Por Camille Roshler

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